... e quando eu dei pra ele a passagem de volta da casa do mato, eu dei pra ele a passagem de volta pro mundo dele, que não era o meu, que é só meu. "Chega", pensei, "tempo de mais dentro da minha bolha". Eu não quero mais carinhos nem beijos falsos-quentes. A frieza me faz falta. A rejeição momentânea seguida daquele prazer do corpo magro, que sempre vinha.
E ele saiu da minha bolha. Mas dentro da bolha há MUITO sabão, então a bolha não estourou. Se ele tivesse se mantido seco, talvez o contato da pele com a camada de espuma fizesse essa bola que só cresce estourar. Mas não, ela tá aqui, com um pouco mais de ar, afinal, respiraram muito dentro dela.
Quantos mais entrarão aqui até que enfim ela estoure?
Quando que o Príncipe Cavalo irá buscar a Cinderela Mal Paga e dizer que tudo "vai ficar bem?".
E até quando eu vou acreditar em contos de fadas?
CARALHO, eu calço 43, a porra do sapatinho não deve servir!
Bem-vindo a Carambolaworld.
E ele saiu da minha bolha. Mas dentro da bolha há MUITO sabão, então a bolha não estourou. Se ele tivesse se mantido seco, talvez o contato da pele com a camada de espuma fizesse essa bola que só cresce estourar. Mas não, ela tá aqui, com um pouco mais de ar, afinal, respiraram muito dentro dela.
Quantos mais entrarão aqui até que enfim ela estoure?
Quando que o Príncipe Cavalo irá buscar a Cinderela Mal Paga e dizer que tudo "vai ficar bem?".
E até quando eu vou acreditar em contos de fadas?
CARALHO, eu calço 43, a porra do sapatinho não deve servir!
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